Uma história múltipla

Meu nome é Suze Stasi, sou uma mulher com deficiência, convivo desde os meus 29, 30 anos com a Esclerose Múltipla, doença que provoca distúrbios na comunicação entre o cérebro e o corpo. Até o momento condição sem prognóstico de cura. Já se passaram mais de 20 anos de luta. A memória de um dia de sol na Cidade do México está marcada no meu corpo. O calor, a brisa fresca, a areia grudada entre os dedos do pé e algo novo me retirava, removia o corpo de mim mesma. Porém, quem convive com essa ou outra doença sabe que o tempo é marcado por bordas que costuram nossas várias formas de estar no mundo.  No meu caso foi assim que inventei um jeito para não deixar de existir como pessoa, como sujeito e não desistir da vida. A pessoa é para o que nasce, não há receita, não há nada pronto. No meu caso, escolhi diluir essa doença na magnitude do comum, na liberdade do simples exercício da vida.

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Foto de Nayara Rodrigues da Silva, uma mulher negra, com cabelos longos com dread, olhando na direção da Cãmera e Sorrindo
Nayara Rodrigues da Silva é surda e utiliza aplicativo com intérprete em libras nas consultas

A atenção no atendimento à saúde da mulher com deficiência 

Foto: acervo pessoal. Créditos: Nayara Rodrigues da Silva Por Elsa Villon A saúde da mulher se tornou um tema de muita visibilidade na sociedade, com campanhas preventivas e atendimentos especializados.…

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Foto em plano fechado de uma mulher de cabelos escuros, óculos de proteção e máscara olhando através de um microscópio
Fonte: Pexels. Créditos: Edward Jenner

Conheça cientistas mulheres com deficiência 

Fonte: Pexels. Créditos: Edward Jenner   Por Elsa Villon   Comemorado em 11 de fevereiro, o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência é uma iniciativa da Organização das…

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