Homem tetraplégico coautor deste artigo "Abajur e elevadores", Marco Pellegrini, em cadeira de rodas motorizada com controles adaptados.
Marco é matemático, professor, pesquisador e foi secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Abajur e Elevadores

Por Marco Pellgrini e Arthur Calasans   Todo mundo conhece aquele amigo ou amiga, vizinho ou vizinha que adora desmontar, consertar, montar e criar novos objetos. Aqui no prédio onde…

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Imagem de Bernard Charlot em video de sua participação no IV Congresso da Sociedade Brasileira de Filosofia da Educação "Política e Filosofia na Escola: a urgência do pensamento"
Imagem de Bernard Charlot em video de sua participação no IV Congresso da Sociedade Brasileira de Filosofia da Educação "Política e Filosofia na Escola: a urgência do pensamento"

Educação ou Barbárie – Uma Escolha para a Sociedade Contemporânea

A obra oferece uma visão profunda sobre a visão do autor, Bernard Charlot, em relação à sociedade e ao conceito de "barbárie". É um convite à reflexão sobre os desafios enfrentados pela educação em um contexto social complexo e em constante transformação.

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João Maia fomenta há muitos anos no Brasil a Fotografia Cega. Uma experiência sensorial e sonora incrível” é como João Maia descreve seu trabalho nos Jogos Paralímpicos.
João Maia fomenta há muitos anos no Brasil a Fotografia Cega. Uma experiência sensorial e sonora incrível” é como João Maia descreve seu trabalho nos Jogos Paralímpicos.

Quatro Sentidos, uma Visão

O piauiense João Maia, não consegue enxergar, mas isto não impede que exerça a profissão de fotógrafo. Sem o apoio da visão, João conta com seus outros sentidos para fazer os cliques: a audição, o tato, o olfato e o mais importante deles: o coração. "Percebia certas formas e cores. Dentro de um ou dois anos, a luz se apagou."

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Uma história múltipla

Meu nome é Suze Stasi, sou uma mulher com deficiência, convivo desde os meus 29, 30 anos com a Esclerose Múltipla, doença que provoca distúrbios na comunicação entre o cérebro e o corpo. Até o momento condição sem prognóstico de cura. Já se passaram mais de 20 anos de luta. A memória de um dia de sol na Cidade do México está marcada no meu corpo. O calor, a brisa fresca, a areia grudada entre os dedos do pé e algo novo me retirava, removia o corpo de mim mesma. Porém, quem convive com essa ou outra doença sabe que o tempo é marcado por bordas que costuram nossas várias formas de estar no mundo.  No meu caso foi assim que inventei um jeito para não deixar de existir como pessoa, como sujeito e não desistir da vida. A pessoa é para o que nasce, não há receita, não há nada pronto. No meu caso, escolhi diluir essa doença na magnitude do comum, na liberdade do simples exercício da vida.

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Imagem apresenta O logo do projeto Expedição 21, a palavra expedição está dividida em duas cores, amarelo e azul. Abaixo do logo a imagem de duas pessoas com Síndrome de Dow, uma mulher e um homem, participantes do projeto.
A Imagem apresenta no alto o logo do projeto Expedição 21, a palavra expedição está dividida em duas cores, amarelo e azul. O número 21 ao lado do nome. Ilustrado dentro de um desenho em forma de casa. Abaixo do logo a imagem de duas pessoas com Síndrome de Dow, uma mulher e um homem, participantes do projeto.

Programa Expedição 21 busca estimular autonomia de adultos com Síndrome de Down

Seleção reúne em sua 4ª edição, jovens a partir dos 17 anos que terão a experiência de morar sozinho. Imersão já acontece desde maio na cidade do Rio de Janeiro

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Outros Olhares para Deficiência

A Netflix lançou recentemente uma nova aba intitulada "Outros Olhares", que tem como foco central a representação da deficiência em filmes, séries e documentários. Esta iniciativa busca aumentar a visibilidade de pessoas com deficiência e promover uma compreensão mais profunda e empática sobre suas experiências.

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Ser, Conceber, Evoluir…

Livro escrito em coautoria com a autora Suze Stasi é o novo lançamento de Joao Carlos Pecci. Os Autores desdobraram fatos que marcam as singularidades de quem vive com a Esclerose Múltipla. As histórias percorreram tramas da memória de Suze, autora e personagem que narra sua relação com o tempo de vida, o resistir a dor e o existir para o mundo, as mudanças repentinas, o corpo que falta, a memória que fica.

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