Laura Cotrim: Da Escola Doce Começo aos Palcos da Vida
20 anos de uma imagem que inspira inclusão e transformação social Em 2005, uma imagem capturou muito mais do que uma cena de sala de aula. Em um espaço pequeno…
20 anos de uma imagem que inspira inclusão e transformação social Em 2005, uma imagem capturou muito mais do que uma cena de sala de aula. Em um espaço pequeno…
O Instituto Paradigma completa 20 anos de dedicação à inclusão e transformação social. Para celebrar essa trajetória, nasce o projeto 20 Anos Depois, uma iniciativa que vai resgatar histórias inspiradoras…
Por Aleksandra Kosanic Chuvas intensas, alagamentos, fortes ciclones e secas, eventos climáticos extremos, induzidos pelo homem, tornaram-se, hoje, um fenômeno cotidiano. Conforme declarado no Relatório sobre a Lacuna de…
O piauiense João Maia, não consegue enxergar, mas isto não impede que exerça a profissão de fotógrafo. Sem o apoio da visão, João conta com seus outros sentidos para fazer os cliques: a audição, o tato, o olfato e o mais importante deles: o coração. "Percebia certas formas e cores. Dentro de um ou dois anos, a luz se apagou."
Meu nome é Suze Stasi, sou uma mulher com deficiência, convivo desde os meus 29, 30 anos com a Esclerose Múltipla, doença que provoca distúrbios na comunicação entre o cérebro e o corpo. Até o momento condição sem prognóstico de cura. Já se passaram mais de 20 anos de luta. A memória de um dia de sol na Cidade do México está marcada no meu corpo. O calor, a brisa fresca, a areia grudada entre os dedos do pé e algo novo me retirava, removia o corpo de mim mesma. Porém, quem convive com essa ou outra doença sabe que o tempo é marcado por bordas que costuram nossas várias formas de estar no mundo. No meu caso foi assim que inventei um jeito para não deixar de existir como pessoa, como sujeito e não desistir da vida. A pessoa é para o que nasce, não há receita, não há nada pronto. No meu caso, escolhi diluir essa doença na magnitude do comum, na liberdade do simples exercício da vida.
O Dia Mundial da Alfabetização, 8 de setembro, nos inspira a pensar no significado da leitura e da escrita enquanto um ritual essencialmente humano, civilizatório, e que se constitui como um dos importantes instrumentos de registro da nossa memória enquanto grupo social. É "ler" o mundo e se "inscrever" nas relações humanas.
O texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, elaborada em Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), foi aprovado em 13 de dezembro de 2006 e…
Senadora Mara Gabrilli esteve em Genebra e se reuniu com diversas organizações para apoiar população com deficiência durante o conflito
O Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007, como uma forma de trazer visibilidade para o Transtorno do Espectro Autista…
“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.” Esse…